Percepção subjetiva de idosos sobre felicidade interna: Um caminho para a saúde e o bem viver

RESUMO: Este estudo, de natureza qualitativa, teve como objetivo avaliar a percepção subjetiva de idosos acerca da felicidade interna e trazer novos subsídios para a ampliação das dimensões avaliativas, após participação em dinâmicas com abordagens reflexivas sobre o gerenciamento de estados emocionais, atitudes e valores e suas ressonâncias no âmbito da qualidade de vida e da saúde. O estudo, de natureza qualitativa, utilizou pesquisa exploratória, desenvolvida por intermédio da utilização de um questionário misto como instrumento para coleta de dados. Fez parte do estudo uma amostra aleatória composta por 100 idosos, de ambos os sexos, os quais possuíam vínculo com a Faculdade da Terceira Idade de uma universidade da cidade de Rio Claro/SP e com o Serviço Social do Comércio das cidades de Araçatuba e Birigui/SP. Os dados foram analisados descritivamente, utilizando-se a Técnica de Análise de Conteúdo Temático indicam que a saúde e as relações familiares se configuram como os principais indicadores na percepção de felicidade para os idosos e os fatores que mais desestabilizam o gerenciamento das emoções estão atrelados aos medos decorrentes do avançar do processo de envelhecimento, a exemplo da dependência e perda de autonomia. A participação na dinâmica despertou para a importância do autoconhecimento e do gerenciamento das emoções ampliando a perspectiva de adoção de novas atitudes e valores sobre saúde e qualidade de vida, ampliando as considerações sobre felicidade. Sugerem-se novos estudos, no sentido de se compreender outras variáveis intervenientes no processo de percepção subjetiva envolvendo as questões da saúde e qualidade de vida.

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